Paredes brancas que me rodeiam sujas de escárnio e maldizer Telas frias e sem sentimentos, pálidas de mágoa e desprazer Oprimem, esmagam e matam sonhos e esperanças Aqueles porque lutas e nunca alcanças. Parasitas medonhos que te transformam numa mancha do asfalto Que te encorajam e te fazem crescer para te atirar lá do alto Te arrastam em jogos de prazer mundano ininterrupto Onde as paredes brancas e frias estão agora, por ti, negras e de luto.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Publicada por
Pedro dos Santos
à(s)
5/21/2008 09:19:00 p.m.